Sei que muitos de vocês provavelmente sentiram falta dos meus posts. Muita coisa pra fazer, coisa pra estudar, coisa pra pensar. Tentei um concurso público, não fiquei entre os 3 primeiros (sim, 3 vagas) e cá estou eu novamente. E já volto falando de duas ótimas ferramentas que descobri recentemente no linux: diff e patch. Sinto muito, usuários de Windows, mas vocês ficarão chupando o dedo.

Com arquivos muito grandes, se você quiser atualizá-los você normalmente precisa criar uma nova versão deste arquivo, com as mudanças. Acontece que nesta nova versão, muita informação é repetida. Tudo que não foi mudado acaba sendo repetido. Imagine um arquivo de 2Mb, onde vc mudou apenas o equivalente a 5Kb de informação nele. Normalmente você teria que enviar um novo arquivo completo com os 2Mb pra todo mundo que precisa ter a nova versão. Com as ferramentas diff e patch, você pode fazer diferente.


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Comecei a usar o Linux definitivamente no final de 2006, e desde aquela época sempre usei o Ubuntu e, com ele, o ambiente Gnome. Sempre fui grande fã do Gnome, mas a cada notícia do KDE4 eu ficava mais empolgado com ele. Agora, que saiu a versão 7.10, resolvi usar o KDE. Instalei o Kubuntu.

Em questão de efeitos visuais, o Kubuntu se dá melhor. Pequenas animações e brilhos tornam o sistema bonito de usar mesmo sem instalar compiz ou semelhantes. No início não gostei muito de ter apenas uma única barra na tela, ao invés das duas barras do gnome. Claro que podemos mudar, mas com o tempo me acostumei e passei a gostar da barra.

Só achei que, comparado ao gnome, o KDE tem uma usabilidade muito ruim. No gnome as tarefas rotineiras podem ser feitas com menos cliques do mouse, o que é um ponto positivo. Por outro lado, a principal vantagem do KDE é uma maior integração de diversos programas entre si, e com o próprio sistema.

Por último, uma outra desvantagem no KDE é que ele é mais pesado que o gnome, mas nada que realmente faça uma grande diferença. No fim das contas, vou ficar mesmo com o KDE, porque o KDE 4 que vem aí vai ser fantástico. Outro dia escrevo sobre ele.

October 18th, 2007Chegou o Gibão Valente!

Ubuntu LogotipoHoje finalmente foi lançada a versão 7.10 do Ubuntu, batizada de Gutsy Gibbon (ou Gibão Valente, em português). Ela chega com algumas diferenças e muitas melhorias e, com certeza, vale a pena atualizar para a versão mais nova desta distribuição. Ainda mais sendo de graça.

Entre as novas vantagens do sistema está algo que eu sempre senti falta ao instalar o linux em computadores de pessoas com menor poder aquisitivo: um bom suporte a softmodens. Sabe, aqueles modens mais baratos de conexão discada. Agora o Ubuntu detecta automaticamente seu softmodem e se oferece para instalar um driver não-livre para suportá-lo. Perfeito.

Além disso, o driver da placa de vídeo é detectado e instalado automaticamente. Isso é para suportar o Compiz, que já vem ativado por padrão nesta versão do Ubuntu. Falando no compiz, ele já era leve na versão 7.04, e nesta versão ele ficou ainda mais leve, conseguindo rodar numa em um notebook Positivo M25, que é um computador bem modesto.

Suporte total nativo a interfaces wireless é uma das outras vantagens do Gibão Valente (Valente, e não Sacudo!!). Sua rede wireless será rapidamente detectada, e conectar a ela será o mais simples possível. Tão simples quanto isso é instalar sua impressora, que é detectada assim que plugada na porta usb.

E, ainda, uma novidade pra quem usa notebooks: ele instala um driver para melhor suportar o touch pad, permitindo ainda usar o recurso de scroll horizontal e vertical nestes dispositivos. Já falei “perfeito”?

Várias outras vantagens te esperam, como instalação automática de codecs, suporte nativo a escrita em partições NTFS, mudanças na interface de configuração, e a lista continua. Quem quiser mais informação sobre o Ubuntu 7.10 pode ler esta análise mais profissional feita pelo ZumoBlog.


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