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	<title>Leonardo Bighi &#187; Opinião</title>
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	<description>Programação, Rails, Tecnologia.. tudo com um toque pessoal</description>
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		<title>Que caminho seguir no desenvolvimento web? (parte 2)</title>
		<link>http://leonardobighi.com/opiniao/37/que-caminho-seguir-no-desenvolvimento-web-parte-2</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 16:28:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bighi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta é a continuação de outro artigo. Se não leu o primeiro, leia Que caminho seguir no desenvolvimento web? (parte 1).
Deixando de lado o desenvolvimento para desktop que abordei no capítulo anterior, vamos para o tema principal do artigo, desenvolver para a web. Provavelmente você já viu alguém falar que a web é o futuro, [...]


No related posts.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é a continuação de outro artigo. Se não leu o primeiro, leia <a href="http://leonardobighi.com/opiniao/35/que-caminho-seguir-no-desenvolvimento-web-parte-1"title="Que caminho seguir no desenvolvimento web? (parte 1)" >Que caminho seguir no desenvolvimento web? (parte 1)</a>.</p>
<p>Deixando de lado o desenvolvimento para desktop que abordei no capítulo anterior, vamos para o tema principal do artigo, desenvolver para a web. Provavelmente você já viu alguém falar que <strong>a web é o futuro</strong>, e todo este blá blá blá que não vou repetir aqui, apesar de achar que é verdade. Vale ressaltar todos os pontos fortes, que é a facilidade de escrever um aplicativo que vai rodar em todo tipo de Sistema Operacional, e até em celulares, sem muito esforço.</p>
<p>Dentro da área do desenvolvimento web existem tantas opções que é fácil ficar perdido. Você pode desenvolver programando em <strong>Java, ASP, .NET, PHP, Python, Ruby</strong>, pra citar as principais. Pode também ser o cara que programa scripts que rodarão no lado do cliente, que é o caso do javascript. Pode desenvolver aplicações irritantes em flash ou silverlight. Ou pode ser <span style="text-decoration: line-through;">o gay</span> o cara que desenvolve &#8220;a cara&#8221; do site, que é o <span style="text-decoration: line-through;">gay</span> designer. Caraca, quantas opções.</p>
<h2>Conhecimentos Básicos</h2>
<p>Existem algumas coisas que você deveria saber, independente de qual área dentro do webdesign você escolheu. Todos os envolvidos no processo deveriam ter uma boa noção de <strong>XHTML</strong> e <strong>CSS</strong>. Sim, eu disse <strong>XHTML</strong>. Esqueça o <strong>HTML</strong>, ele é feio, antiquado, bugado, e o principal: não tem regras rígidas, o que faz com que cada browser interprete o HTML do seu próprio jeito. O XHTML está aí há anos, aprenda.</p>
<p>Porque precisam desse conhecimento? Bom, porque todo mundo envolvimento no desenvolvimento web vai se deparar, mais cedo ou mais tarde, com a estrutura básica de toda página, que é o <strong>XHTML</strong> (pro conteúdo) e o <strong>CSS</strong> (pra aparência deste conteúdo).</p>
<p>Não importa em que linguagem você está desenvolvendo seu site, tudo aquilo sempre vai ser convertido pra XHTML na hora de enviar pro navegador do visitante.</p>
<h2>As Camadas do Site</h2>
<p>Todo site geralmente envolve três principais áreas na parte do desenvolvimento: <strong>linguagem de servidor</strong>, <strong>linguagem de cliente</strong>, e <strong>apresentação</strong>.</p>
<p><strong>A linguagem de servidor</strong>, ou <strong>server-side scripting</strong>, é a linguagem que vai rodar &#8220;por trás dos panos&#8221;, fornecendo a lógica principal da aplicação. Funciona assim, sempre que o usuário faz um request (entra numa página, clica num link, etc), o pedido é enviado pro servidor. A linguagem server-side, então, recebe o request e faz o processamento. Depois, transforma o resultado final num <strong>XHTML</strong> e envia pro navegador. é a linguagem server-side que vai verificar se o usuário está logado, vai buscar informações no banco de dados, e por aí vai.</p>
<p>Como a linguagem server-side processa as coisas ANTES de enviar para o navegador, isso significa que uma vez que a página foi enviada ao navegador do usuário, não há mais nada que a linguagem server-side possa fazer até um novo request seja enviado. Ou seja, não é possível usar estas linguagens para manipular a página do usuário em tempo real. Para o usuário, a linguagem server-side não importa, e ele nem tem como descobrir qual linguagem está sendo usada.</p>
<p><strong>A linguagem de cliente</strong>, ou <strong>client-side scripting</strong>, é a linguagem que é executada no próprio computador do usuário, e por isso é usada nas situações em que a linguagem server-side não tem alcance. Entre as linguagens client-side, temos o <strong>javascript</strong>, que é a única linguagem que realmente roda no navegador do usuário. Através do <strong>javascript</strong> é possível manipular a página do usuário diretamente, fazendo coisas dinâmicas que vão desde mudar o valor de um campo do formulário até criar uma área redimensionável que pode ser arrastada pela página.</p>
<p>Como todo o código javascript está no próprio navegador, o usuário pode ver o código e pode também, através do uso de uns programas, manipular o código. Isso faz com que as linguagens client-side sejam <strong>inseguras</strong> pra fazer coisas como acessar um banco de dados. Juntas, as linguagens server-side e client-side se complementam.</p>
<p><strong>Existe mais uma forma de client-side</strong>, que são os aplicativos feitos em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Adobe_Flash" rel="nofollow" title="Adobe Flash" ><strong>Flash</strong></a> ou <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Silverlight" rel="nofollow" title="Microsoft Silverlight" ><strong>Silverlight</strong></a>. Estes podem ser muito irritantes para o usuário, e deveriam ser usados apenas em situações bem específicas, como exibir vídeos ou criar um player de música.</p>
<p>Por último, <strong>no lado da apresentação</strong>, temos a parte em <strong>XHTML</strong> e <strong>CSS</strong>. Os navegadores são feitos para entender XHTML e HTML, e por isso todo conteúdo deve vir neste formato. O designer fica responsável por organizar os dados num XHTML, e criar um arquivo CSS que vai definir a aparência destes dados.</p>
<p>Na próxima parte, começarei a falar sobre cada linguagem específica, na área da web. Até lá&#8230;</p>


<p>No related posts.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Que caminho seguir no desenvolvimento web? (parte 1)</title>
		<link>http://leonardobighi.com/opiniao/35/que-caminho-seguir-no-desenvolvimento-web-parte-1</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 21:41:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bighi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Sei que andei um pouco relaxado em relação a esse blog, mas um monte de coisa aconteceu. Entre elas o fato de eu ter ficado mais de 2 meses sem computador, porque meu notebook deu o segundo defeito em menos de 3 meses e acabei me livrando dele. Mas voltando ao assunto do post&#8230;
Recebi uma [...]


No related posts.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sei que andei um pouco relaxado em relação a esse blog, mas um monte de coisa aconteceu. Entre elas o fato de eu ter ficado mais de 2 meses sem computador, porque meu notebook deu o segundo defeito em menos de 3 meses e acabei me livrando dele. Mas voltando ao assunto do post&#8230;</p>
<p>Recebi uma sugestão do cara que é provavelmente meu mais antigo leitor aqui no blog, o Victor Mendes. E a sugestão dele é mesmo muito boa. Tão boa que resolvi criar uma série só com isso. O Victor, assim como muitas outras pessoas, está na faculdade, aprendendo essa coisa complicada que é a programação, e <strong>não sabe muito bem o caminho que vai escolher</strong>. O principal motivo disso, claro, é que <strong>as opções existentes simplesmente são mal explicadas</strong>, cheias de boatos e meias informações.</p>
<p align="center"><img src="http://leonardobighi.com/wp-content/uploads/2008/04/developer.jpg" alt="Developer" /></p>
<p>O melhor meio de resolver isso, então, é mostrar tudo o que sei dos caminhos a tomar, com seus prós e contras. Eu queria deixar claro pra todo mundo que tudo que vou falar aqui é sem frufrus, curto e grosso.  Você pode discordar das coisas que falo, mas não me venha com papo de fanboy de que &#8220;minha linguagem é a melhor de todas&#8221;, porque não tenho mais paciência pra esse tipo de gente.</p>
<p>O foco vai ser o desenvolvimento web, mas antes disso preciso falar sobre duas linguagens muito usadas no desenvolvimento de aplicações desktop: <strong>C++</strong> e <strong>Java</strong>. Principalmente porque você VAI ver estas linguagens na faculdade, e nada melhor do que ouvir opiniões sobre elas.</p>
<h2>C++</h2>
<p>Pessoalmente eu classifico as linguagens de programação entre dois extremos. Se imaginarmos que toda linguagem é um veículo que serve pra te levar do Rio de Janeiro pra São Paulo, podemos imaginar os extremos assim:</p>
<p>Temos as linguagens são como um caça. Se você souber os botões certos, elas podem te levar pra São Paulo bem rápido. Mas saber os botões certos é o principal problema. Quando você entra num caça e olha pro painel, vê que tem tanto botão, tanto mostrador, tantas alavancas que é complicado até mesmo fazer aquilo começar a se mover. Por outro lado, temos as linguagens que são como um trem. Basta entrar na cabine, empurrar a alavanca pra frente e garantir de que está nos trilhos certos, e você chega a São Paulo.</p>
<p>C++, pra você entender, é o caça. Não só o caça, mas é o caça com a maior quantidade de botões, painéis  e alavancas. Pra você realmente fazer um caça C++ levantar vôo, voar rápido e chegar em São Paulo você precisa ser um senhor programador, e tem uma paciência de Jó. O código C++ é visualmente feio, cheio de códigos ilegíveis, você tem que ficar se preocupando com os malditos ponteiros&#8230; e mesmo que aprenda tudo isso, as ofertas de emprego são poucas.</p>
<p>É sério, as pessoas preferem outras linguagens pra desenvolver programas desktop, justamente pra evitar o trabalho extra e a dor de cabeça. Apesar disso tudo, nas mãos do programador certo, os programas C++ podem ser bem leves e rápidos.</p>
<h2>Java</h2>
<p>Ah, o java, o queridinho das empresas.  Não posso garantir daqui a muitos anos no futuro, mas sabendo Java você terá facilidade de arranjar emprego, já que a impressão que se dá é de que toda maldita empresa usa java. Voltando à nossa analogia, Java ainda está muito mais pro lado do caça, só que é um caça com menos botões e alavancas. A desvantagem? É um caça com um único motor, e esse motor foi adaptado de um Fusca &#8216;87.</p>
<p>A menos que você tenha um computador bem rápido e moderno, os programas Java vão ser pesaaaaados lentos. Mas mesmo assim são bastante usados. Estou falando sério, nos computadores aqui onde trabalho eu não posso nem sonhar em usar uma IDE feita em java, porque basta abrir a IDE que todo o computador pára.</p>
<p>Mas se você quer seguir o caminho do desenvolvimento pra desktop, muito provavelmente vai ter que aprender Java. Ao menos fique feliz que Java não é C++, e você não terá que ficar se preocupando com os ocultismos bizarros necessários pra se fazer um programa em C++.</p>
<h2>E na web?</h2>
<p>Bom, escrevi demais&#8230; isso fica pras próximas partes.</p>
<p>Escrevi outras partes deste artigo. Leia aqui a <a href="http://leonardobighi.com/opiniao/37/que-caminho-seguir-no-desenvolvimento-web-parte-2"title="Que caminho seguir no desenvolvimento web? (parte 1)" >parte 2</a>, e a parte 3.</p>


<p>No related posts.</p>]]></content:encoded>
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		<title>A faculdade nos prepara para estarmos despreparados para o mercado de trabalho</title>
		<link>http://leonardobighi.com/opiniao/32/a-faculdade-nos-prepara-para-estarmos-despreparados-para-o-mercado-de-trabalho</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 02:10:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bighi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sempre achei curioso como, na faculdade, eles têm todo um cuidado especial de nos ensinar de uma forma que estejamos despreparados para o mercado de trabalho ao terminar o curso. O pouco que eles realmente nos ensinam, fazem de uma forma muito extensa, demorada, desajeitada.
Tenho prestado atenção há tempos num vício que a faculdade [...]


No related posts.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sempre achei curioso como, na faculdade, eles têm todo um cuidado especial de nos ensinar de uma forma que estejamos despreparados para o mercado de trabalho ao terminar o curso. O pouco que eles realmente nos ensinam, fazem de uma forma muito extensa, demorada, desajeitada.</p>
<p>Tenho prestado atenção há tempos num vício que a faculdade cria em nós de sempre responder a uma avaliação da forma mais extensa possível, pra não dizer que é de forma &#8220;enrolativa&#8221; (sim, eu gosto de neologismos). Não basta apenas responder o que foi perguntado, para ganharmos a nota máxima precisamos dar três voltas em torno do assunto a passos arrastados, nos aproximar com cautela e só então dar a resposta.</p>
<p>No mundo de verdade lá fora, no mundo real das empresas onde os profissionais estão sempre correndo contra o relógio, os problemas devem ser solucionados de forma rápida, direta. As pessoas precisam ir direto ao ponto. Nas universidades, por algum motivo completamente desconhecido, parece que todos os professores decidiram em uníssono seguir o caminho completamente oposto. Uma solução direta para um problema é punida com uma nota apenas parcial. Você não consegue a nota máxima sem enrolar e resolver o problema de um jeito extenso e demorado.</p>
<p>Até reparei isso recentemente ao fazer uma entrevista de emprego. Sorte minha que foi com algo simples. Ao ter que escrever uma query em <a href='http://lucrandonarede.com/jc/p/5749/215/sql'>SQL</a>, eu precisava unir duas tabelas. Eu poderia ter colocado uma simples vírgula entre os nomes da tabela, e eu tinha noção disso, mas viciado pelas avaliações de faculdade eu tive todo o trabalho extre de escrever por extenso &#8220;INNER JOIN&#8221; para uni-las. Pior ainda que o entrevistador citou este fato, me lembrando que teria sido melhor ter apenas colocado a vírgula.</p>
<p>Ao sair da faculdade, todos os vícios que eles levam 4 (ou 5) anos pra enfiar na nossa cabeça precisam ser eliminados. É preciso botar muita coisa pra fora e reaprender a fazer muita coisa do jeito certo, sem enrolar. E depois acham estranho quando as empresas reclamam que muita gente da área de TI sai da faculdade sem estar apto pra trabalhar&#8230;</p>
<p>PS: Este post saiu muito mais fraco do que eu esperava. Provavelmente é por estar há tanto sem escrever. Acreditem que os próximos textos vão ser melhores. Eu juro pelo Bill Gates mortinho.</p>


<p>No related posts.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Com o crescimento da web como plataforma, está o Java se tornando obsoleto?</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 16:53:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bighi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[A web é um espaço democrático e, quase, universalmente reconhecido. Qualquer computador ou dispositivo com um mínimo de inteligência é capaz de acessar sites. Com isso, cresce cada vez mais o uso da web como plataforma para aplicações, no lugar dos programas offline que estamos acostumados a usar.
A web, por sua natureza, á uma plataforma [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://leonardobighi.com/wp-content/uploads/2007/11/java.gif" alt="Java" align="left" />A <strong>web </strong>é um espaço democrático e, quase, universalmente reconhecido. Qualquer computador ou dispositivo com um mínimo de inteligência é capaz de acessar sites. Com isso, cresce cada vez mais o uso da web como plataforma para aplicações, no lugar dos programas offline que estamos acostumados a usar.</p>
<p>A web, por sua natureza, á uma plataforma muito melhor do que o desktop para as aplicações universais, que rodem exatamente da mesma forma em qualquer sistema operacional. Basta você fazer uma única <strong>aplicação web</strong>, e ela rodará no <strong>Windows</strong>, <strong>Linux</strong>, <strong>Mac</strong>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Solaris" rel="nofollow"  title="Solaris"><strong>Solaris</strong></a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/React_os" rel="nofollow"  title="React OS"><strong>React OS</strong></a>, e muitos outros <strong>sistemas operacionais</strong>. E ainda com a vantagem de seus dados do programa poderem ser acessador de qualquer computador, já que todas as informações estão salvas na web.</p>
<p>Mas&#8230; criar aplicações que rodem em todo lugar não é justamente a proposta do <a href="http://lucrandonarede.com/jc/p/5749/215/java" target="_blank" rel="nofollow" title="Encontre livros de Java">java</a>? Nós temos aqui, então, uma concorrência, uma disputa entre duas plataformas que, embora distintas, possuem um mesmo objetivo. Sendo ainda que o <a href="http://lucrandonarede.com/jc/p/5749/215/java" target="_blank" rel="nofollow" title="Encontre livros de Java">java</a> perde pontos por ser lento como um dinossauro de pantufas.</p>
<p>A previsão de muita gente na área é de que o <a href="http://lucrandonarede.com/jc/p/5749/215/java" target="_blank" rel="nofollow" title="Encontre livros de Java">Java</a> será usado cada vez menos, sendo substituído pelas aplicações online. E, pelo que parece, isto já começou. A nova versão do <strong>Mac OS</strong> (Leopard) não possui qualquer suporte ao <strong>Java 6</strong>, e ainda possui um suporte mínimo (e insuficiente) ao <strong>Java 5</strong>.</p>
<p>A reação de muitos usuários do <strong>Mac </strong>a isso não foi tão ruim. Muitos só disseram que nem usavam <a href="http://lucrandonarede.com/jc/p/5749/215/java" target="_blank" rel="nofollow" title="Encontre livros de Java">java</a> mesmo, e seguiram adiante. Se pararmos pra pensar, o Java realmente faria falta hoje em dia? Quanto programas java você usa que não possuem um substituto equivalente para seu SO, e nem possuem um correspondente online? Será que ele não poderia ser reconstruído como uma <strong>aplicação web</strong> e você nem sentiria a diferença?</p>
<p>Eu queria ver opinião de leitores sobre isso, e o que acham do futuro as aplicações <a href="http://lucrandonarede.com/jc/p/5749/215/java" target="_blank" rel="nofollow" title="Encontre livros de Java">java</a> e das aplicações online. Será que o <a href="http://lucrandonarede.com/jc/p/5749/215/java" target="_blank" rel="nofollow" title="Encontre livros de Java">java</a> continua pelos próximos anos sem perder uma boa parcela do mercado?</p>
<p><strong>Se interessou pelo assunto? <a href="http://lucrandonarede.com/jc/p/5749/215/java" rel="nofollow"  target="_blank">Encontre livros de java com os melhores preços no JáCotei!</a></strong></p>


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		<title>Vamos fazer um protesto pelo fim do Internet Explorer!</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 15:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bighi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Se tem uma coisa que nós (brasileiros) sabemos fazer muito bem são protestos inúteis. Protestos silenciosos, protestos onde todos vestem uma mesma cor de roupa, e por aí vai. Pois proponho agora que façamos um protesto pelo fim do Internet Explorer.
Qualquer pessoa que entenda pelo menos um pouco de informática e web design sabe que [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://leonardobighi.com/wp-content/uploads/2007/09/foxeatingie.jpg" alt="Fox Eating IE - Die, IE, DIE" align="left" />Se tem uma coisa que nós (brasileiros) sabemos fazer muito bem são protestos inúteis. Protestos silenciosos, protestos onde todos vestem uma mesma cor de roupa, e por aí vai. Pois proponho agora que façamos um protesto pelo fim do <strong>Internet Explorer</strong>.</p>
<p>Qualquer pessoa que entenda pelo menos um pouco de informática e web design sabe que o Internet Explorer é um grande vilão, um atraso para toda a web. Não suporta os padrões, não dá suporte completo ao <strong>CSS2</strong> que já existe há anos, ele interpreta o javascript como bem entende&#8230;</p>
<p>E aí qualquer pessoa que está fazendo um site tem dois trabalhos: fazer o site do jeito certo, e então usar truques para que o IE também consiga entender. Muitas empresas, para poupar tempo, fazem o site apenas do jeito errado, ou seja, o jeito do IE. E então pessoas leigas vêem que o site está funcionando no internet explorer, mas não está funcionando no firefox, e concluem que o erro está no firefox.</p>
<p>E esta é a verdadeira proposta da Microsoft, claro. Fazer com que as pessoas tenham que adotar o seu estilo de site, já que o navegador tem boa parcela do mercado, em vez de programar do jeito certo. Esta prática levará a dois grandes problemas em breve na web, quando chegarem o <strong>CSS3</strong> e o <a href="http://leonardobighi.com/xhtml/5/que-venha-o-html-5" title="Que Venha o HTML 5!"><strong>HTML5</strong></a>. Ambos trarão grandes mudanças e avanços nos sites, mas o internet explorer demorará muito para suportá-los. E se o internet explorer não suporta nova tecnologia, é como se ela não existisse, pois não podemos fazer sites que apenas 15 ou 20% das pessoas irão acessar.</p>
<p>Minha proposta de protesto é que todos fiquem em silêncio às 3:49 da manhã do dia 17 de outubro. <em>O que tem no dia 17 de outubro, Bighi?</em> Nada! Mas mesmo assim ficaremos em silêncio por um minuto inteiro. Vamos fazer a Microsoft sentir nosso poder! Vamos mostrar que é que manda! Queremos o fim do internet explorer já!</p>


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